Casos de covid-19 chegam a quase 9,6 milhões

O número de pessoas que não resistiram à covid-19 subiu para 233.5 mil. Nas últimas 24 horas, foram registradas 1.350 mil mortes. Em contrapartida, 8.523.462 pessoas já se recuperaram da doença.

O total de pessoas infectadas pelo coronavírus desde o início da pandemia chegou a 9.599.565. Entre ontem e hoje, foram confirmados pelas autoridades de saúde 51.486 diagnósticos positivos de covid-19. 

Os dados estão na atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada na noite desta terça-feira (09). O balanço é produzido a partir das informações fornecidas pelas secretarias estaduais de saúde.

Ainda há 842.583 pessoas com casos ativos em acompanhamento por profissionais de saúde.

Estados

Na lista de estados com mais mortes, São Paulo ocupa a primeira posição (55.087), seguido por Rio de Janeiro (30.792), Minas Gerais (15990), Rio Grande do Sul (11.115) e Ceará (10.640). As Unidades da Federação com menos óbitos são Roraima (896), Acre (900), Amapá (1.086), Tocantins (1.430) e Rondônia (2.216).

Em número de casos, São Paulo também lidera (1,864 milhão), seguido por Minas Gerais (780.187), Bahia (613.339), Santa Catarina (598.737) e Paraná (558.284).

 

Boletim/situação epidemiológica da covid 19 no Brasil/09.02.2021Boletim/situação epidemiológica da covid 19 no Brasil/09.02.2021

Boletim/situação epidemiológica da covid 19 no Brasil/09.02.2021 – Divulgação/Ministério da Saúde

Dólar fecha em leve alta, apesar de intervenção do BC

Em mais um dia de volatilidade no mercado financeiro, o dólar chegou a ultrapassar os R$ 5,40, mas encerrou com leve alta após o Banco Central (BC) atuar no mercado financeiro. A bolsa de valores chegou a subir em alguns momentos, mas encerrou em queda pelo segundo dia consecutivo.

O dólar comercial fechou esta terça-feira (9) vendido a R$ 5,383, com alta de R$ 0,01 (+0,19%). A divisa chegou a R$ 5,44 na máxima do dia, por volta das 13h20, mas recuou depois de o BC leiloar US$ 1,285 bilhão em contratos de swap cambial, que equivalem à venda de dólares no mercado futuro.

No mercado de ações, o dia também foi marcado pela instabilidade. O índice Ibovespa, da B3, encerrou o dia aos 119.472 pontos, com recuo de 0,19%. O indicador chegou a subir durante a tarde, mas perdeu força na hora final de negociação, até fechar em baixa.

As discussões em torno da recriação do auxílio emergencial voltaram a pressionar os investidores. Ontem (8), o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, disse não estar disposto a condicionar a retomada do benefício à aprovação de reformas que cortem gastos em outras áreas. Sem a compensação com outras fontes de recursos, a recriação do auxílio aumenta os gastos públicos e o déficit do governo, pressionando o câmbio.

O dólar também subiu após a divulgação da inflação de janeiro. A desaceleração do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para 0,25% no mês passado veio abaixo das expectativas do mercado. Isso aumenta as chances de que o BC adie o aumento da taxa Selic, que está no menor nível da história, em 2% ao ano. Juros baixos por mais tempo desestimula a entrada de capital financeiro no Brasil, refletindo-se em alta do dólar.

* Com informações da Reuters

CNJ prepara plano para retomar quase 4 mil obras paradas

Uma iniciativa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em parceria com o Ministério Público e o Poder Executivo, pretende destravar quase 4 mil obras inacabadas em todo o país. Nesta terça-feira (9), o CNJ promoveu reunião com membros do governo para elaborar um plano de ação dentro do Programa Destrava, lançado em fevereiro de 2020, para analisar as pendências que levam à paralisação de projetos.

Além do presidente do CNJ, ministro Luiz Fux, compareceram ao encontro os ministros da Economia, Paulo Guedes; da Controladoria-Geral da União, Wagner Rosário, e da Advocacia-Geral da União, José Levi Mello. Também estiveram presentes os ministros Jorge Oliveira, do Tribunal de Contas da União, e o procurador-geral da República, Augusto Aras.

Na abertura do encontro, Fux apresentou um levantamento segundo o qual há 3.921 obras paradas no Brasil. Com investimentos orçados em R$ 144 bilhões, os empreendimentos consumiram cerca de R$ 10 bilhões até agora.

Entre os principais motivos para os atrasos, somente 6% estão relacionados a pendências com a Justiça, o Ministério Público ou com os Tribunais de Contas. A maior parte dos problemas vem de processos que poderiam ser revisados pelo Poder Executivo, como erros de projeto, problemas técnicos e falências das empresas licitadas. O estudo foi realizado pelo Tribunal de Contas da União e pela Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil.

Ao discursar no evento, o ministro Paulo Guedes disse apoiar a iniciativa do CNJ, mas fez um alerta sobre a falta de espaço no orçamento para prosseguir com as obras públicas e a limitação imposta pelo teto federal de gastos. “Evidentemente, o governo quer tocar tudo que for possível. Vamos destravar. Eu estou sempre junto”, declarou.

Fux ressaltou que a iniciativa do CNJ pretende estimular a economia, principalmente num momento de recuperação da pandemia. “O Programa Destrava visa que possamos retomar as obras paralisadas no Brasil, que vão acarretar em um novo mercado de trabalho, na renovação da economia e no giro do capital na economia”, comentou.

Segundo Fux, os encontros ainda estão em fase inicial. Na primeira etapa do Programa Destrava, o CNJ consultou técnicos do governo para ajudar a entender as causas das paralisações e encontrar formas de retomar as obras paradas. Outras reuniões entre o CNJ e ministros do governo federal, TCU e Ministério Público estão previstas ao longo de 2021.

Esquiva Falcão treina nos EUA para enfrentar russo Artur Akavov

O próximo combate do pugilista brasileiro Esquiva Falcão está marcado para 20 de fevereiro. O adversário será o russo Artur Akavov, que tem 23 lutas na carreira (com 20 vitórias, sendo nove por nocaute). A luta, na categoria dos médios, será em Las Vegas (Estados Unidos), com todo o protocolo de segurança contra o novo coronavírus (covid-19) exigido pelas autoridades locais.

Para chegar bem ao combate, o medalhista de prata nos Jogos de Londres (2012), que tem um cartel de 27 lutas e 27 vitórias (sendo 19 por nocaute) no boxe profissional, segue com treinos intensivos em Riverside (Estados Unidos). A preparação segue intensa, com uma rotina de dois treinos diários, incluindo atividades aeróbicas e de musculação. O atleta está próximo de alcançar o peso para o combate, que será no máximo combinado de 162 libras (73,48 kg).

“Está sendo muito puxado, muito bom! Porque meu adversário é o melhor até hoje no profissional. Ele lutou duas vezes pelo título mundial do peso médio na Organização Mundial. Perdeu em 2016 para o inglês Billy Joe Saunders e, em 2019, para o americano Demetrius Andrade. Acredito que vai ser uma boa luta, estou preparando muito bem! Meu adversário teve chances de cinturão mundial e agora é a minha vez. Então acredito que uma vitória por nocaute vai me deixar bem próximo do meu objetivo”, declarou Esquiva Falcão em nota divulgada por sua assessoria.

Igualando recorde pessoal, Rosangela Santos é prata na França

A velocista Rosangela Santos foi o grande destaque brasileiro no Aberto de Liévin, na França. Na tarde desta terça-feira (9), a corredora foi a segunda mais veloz na prova dos 60 metros rasos. Com a marca de 7s17, ela faturou a prata e igualou a melhor marca da carreira na prova, o recorde sul-americano conquistado em Berlim, em 2016. Ela chegou atrás somente da americana Javianne Oliver, que fechou a prova com o tempo de 7s10.

Nas eliminatórias, a brasileira ficou na segunda posição de sua bateria cravando 7s24, marca que a levou à final com o terceiro melhor tempo. Há dez dias, Rosangela já havia conquistado a medalha de ouro na mesma prova no meeting de Mondeville, também na França. Na ocasião ela correu a prova em 7s23.

Além de Rosangela Santos, o Brasil contou com outros três atletas no aberto indoor. No salto em distância, Alexsandro de Melo, que já está classificado para os Jogos Olímpicos de Tóquio na prova do salto triplo, estreou na temporada europeia e ficou em quarto lugar no salto em distância com a marca de 7,46 metros.

Já o campeão olímpico na prova do salto com vara nos Jogos do Rio de Janeiro (2016), Thiago Braz, foi outro que fez a primeira aparição na temporada de competições na Europa. Ele ficou apenas em quinto, saltando 5,60 metros. E Gabriel Constantino, que foi bronze no final de semana, ficou em 10º nos 60 metros com barreiras.

Athletic Club Futebol apresenta Loco Abreu oficialmente

O Athletic Club Futebol apresentou oficialmente nesta terça-feira (9) o atacante uruguaio Loco Abreu. Aos 44 anos de idade, o centroavante soma agora o 30º clube de sua carreira. No Brasil ele já defendeu Grêmio, Figueirense, Bangu, Rio Branco-ES e Botafogo, onde se tornou ídolo.

Pela seleção de seu país ele disputou uma Copa do Mundo, a de 2010, na África do Sul. Naquela oportunidade o Uruguai ficou com a terceira posição da classificação.

A contratação de Loco Abreu pode ser considerada a cereja do bolo do time de São João Del Rei, que em 2021 disputa a primeira divisão do Campeonato Mineiro pela primeira vez desde o ano de 1970.

Hora de desfrutar

Na primeira entrevista após a sua apresentação, o artilheito uruguaio expressou toda a sua empolgação com a chegada ao Athletic Club Futebol, e afirmou que o momento é de desfrutar: “Acho que, na verdade, todos do Athletic devem curtir este ano de maneira especial, independentemente do que acontecer: vencer, perder, empatar. Obviamente que temos a responsabilidade de treinar para ganhar […]. Tem pessoas que nunca viram o Athletic na primeira divisão. Então, vamos desfrutar muito desse momento e vou ser parte desse momento especial”.

Agora a expectativa fica por conta da estreia do uruguaio pelo time de São João Del Rei. O primeiro jogo do Athletic Club Futebol pelo Campeonato Mineiro será no dia 28 de fevereiro, contra o Patrocinense, no estádio Pedro Alves do Nascimento, a partir das 16h (horário de Brasília).

Real Sociedad x Manchester United é transferido para Turim, na Itália

A partida de ida do Manchester United no campo da Real Sociedad pela Liga Europa foi transferida de San Sebastián a Turim em resultado das restrições de viagem da Espanha para combater a disseminação de variantes da covid-19, disse a Uefa em um comunicado nesta terça-feira (9).

A partida será no Estádio da Juventus no horário agendado de 18h55 no dia 18 de fevereiro. O jogo foi transferido devido à proibição espanhola à entrada de viajantes do Reino Unido, com exceção de passageiros que são moradores ou cidadãos da Espanha ou Andorra.

A proibição foi ampliada nesta terça-feira (9) e irá até 2 de março, ameaçando a partida das oitavas de final da Liga dos Campeões do Atlético de Madri em casa contra o Chelsea, que deveria acontecer no Estádio Wanda Metropolitano em 23 de fevereiro, mas não pode mais ser realizada na Espanha.

O Atlético de Madri não quis comentar como a proibição afeta a partida, mas o jornal espanhol Marca disse que o jogo pode ser transferido para Budapeste, a mais de três mil quilômetros de Madri.

O confronto não pode ocorrer na França, Alemanha, Bélgica ou Portugal, já que estes países também estão restringindo viagens de e para o Reino Unido.

A partida de ida do Liverpool no campo do Leipzig no dia 16 de fevereiro foi realocada para Budapeste em resultado das restrições na Alemanha, assim como a partida de ida do Manchester City no gramado do Borussia Moenchengladbach em 24 de fevereiro.

Anvisa aprova abertura de regulamentação para vacinas do acordo Covax

A diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou hoje (9), por unanimidade, a abertura de processo de regulamentação dos procedimentos para importação e monitoramento das vacinas contra a covid-19 adquiridas pelo Ministério da Saúde no âmbito do Instrumento de Acesso Global de Vacinas Covid-19 (Covax Facility).

Segundo a diretora da Anvisa Meiruze Sousa Freitas, relatora do processo, o objetivo da medida é enfrentar o caráter de emergência de saúde pública no país, tendo em vista que o Brasil permanece como um país altamente impactado pela pandemia do novo coronavírus. Por isso, medidas devem ser tomadas o quanto antes para o pronto enfrentamento da pandemia, disse Meiruze. Ela ressaltou que os dados epidemiológicos indicam que o país ainda vai enfrentar desafios para conter a propagação da covid-19.

Meiruze lembrou que as vacinas contra a covid-19, ainda que em desenvolvimento da Fase Clínica 3, demonstraram relativo grau de segurança e eficácia. A concessão de autorizações temporárias de uso emergencial desses imunizantes permitiu aos governos dar início à vacinação de grupos de maior risco. Todavia, tendo em vista a população brasileira, é preciso aumentar a quantidade de vacinas, ressaltou.. Dai a adesão do Ministério da Saúde ao acordo global Covax Facility.

Escalonamento

Por meio desse acordo, o Brasil passou a dispor de um quantitativo adicional de doses de vacinas. Pelo Covax Facility, as vacinas serão enviadas ao Brasil de forma escalonada, à medida em que forem disponibilizadas à iniciativa global e tiverem comprovados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) os pré-requisitos de qualidade, eficácia e segurança, lembrou a diretora da Anvisa.

Como a primeira remessa tem liberação prevista para os próximos meses, Meiruze destacou, em sua exposição de motivos, que o momento é ideal para o aprimoramento de alguns procedimentos e diretrizes da regularidade sanitária para “pavimentar o caminho para uma apropriada e célere disponibilização das vacinas, objeto do acordo Covax Facility para todo o território nacional”. Ela afirmou também que, de acordo com a OMS, é importante que os órgãos sanitários preparem-se para receber e distribuir as vacinas em seus países.

Meiruze acrescentou que, devido à excepcionalidade do tema, e “em função do alto grau de urgência e gravidade”, será concedida a dispensa de consulta pública e de análise de impacto regulatório.

A Anvisa participa das discussões que analisam as vacinas incluídas no portfólio do Covax Facility junto à OMS e à Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). Do mesmo modo, a agência faz parte do grupo criado pelo Ministério da Saúde para acompanhamento das atividades junto ao instrumento global.

Brasil pode descartar mais de 12,7 bilhões de máscaras de tecido

O item que se tornou essencial na vida de todos para diminuir o contágio pelo novo coronavírus também pode prejudicar o meio ambiente, caso seja descartado de forma incorreta. Após quase um ano de pandemia, estima-se que o Brasil possa descartar mais de 12,7 bilhões de máscaras de tecido, levando em conta que cada uma delas pode ser lavada até 30 vezes e que um brasileiro possui, em média, cinco delas.

Segundo o Instituto Akatu, o peso total de 12,7 bilhões de máscaras equivale a 4,7 mil elefantes africanos (o maior animal terrestre do planeta) ou a 7,9 mil ônibus urbanos. Em volume, essa quantidade de resíduos seria suficiente para preencher mais de 9 mil apartamentos de 50m² ou para encher 457 piscinas olímpicas.

“Máscaras de pano, cirúrgicas ou descartáveis podem estar contaminadas e, mesmo após a higienização, recomenda-se o descarte no lixo comum. Este cuidado é muito importante: o ideal é descartar todo tipo de máscara no lixo comum, não no lixo a ser reciclado, para evitarmos uma possível contaminação dos lixeiros e trabalhadores em cooperativas de reciclagem”, destaca a coordenadora de conteúdos do Instituto Akatu, Larissa Kuroki.

“É importante lembrar: nunca jogue fora máscaras no chão ou na rua para não ocorrer possíveis contaminações nem prejudicar o meio ambiente”, completa Larissa.

Para utilizar esse objeto da melhor maneira e ajudar a proteger o meio ambiente, o consumidor deve primeiro pensar na escolha do melhor material, passando pela limpeza, conservação, até chegar no descarte, instrui o instituto, que ainda destaca outros pontos importantes:

Sobre a escolha da máscara

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda o uso de máscaras médicas ou cirúrgicas, como os modelos NP95 e PFF2, para profissionais de saúde, pessoas com sintomas sugestivos de covid-19 e aqueles que cuidam de casos suspeitos ou confirmados. A máscara cirúrgica profissional também é recomendada para indivíduos com mais de 60 anos ou de qualquer idade que tenham comorbidades, como doença cardiovascular ou diabetes, doença pulmonar crônica, câncer, doença cerebrovascular e imunossupressão.

Quem não faz parte dos grupos citados, o melhor é usar as máscaras de tecido para evitar o desabastecimento em hospitais e postos de saúde. “Elas levam vantagem em relação às descartáveis sintéticas, de uso único, justamente por minimizar a geração e o acúmulo de resíduos no planeta”, alerta o Akatu.

A recomendação da OMS é que as máscaras de pano tenham três camadas de tecido: a camada exterior deve ser de material resistente à água (polipropileno e/ou poliéster); a do meio, de material sintético ou algodão, para agir como filtro; e a interior, de material que absorva a água, como o algodão.

Desde janeiro, está proibido, na França e na Alemanha, o uso de máscaras de pano. Os países passaram a exigir o uso das profissionais por toda a população, como forma de prevenção contra as novas variantes do coronavírus. A OMS e a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) mantêm a recomendação de máscaras de tecido para todos, exceto profissionais da saúde e grupos de risco.

Higienização e cuidados com a máscara

As máscaras de pano são reutilizáveis e devem ser higienizadas antes de cada nova utilização. A OMS indica que esse tipo pode ser lavado até 30 vezes antes do descarte apropriado. Lave com sabão ou detergente, de preferência com água quente. Outras opções, indica o Akatu, são lavar com sabão ou detergente e água em temperatura ambiente, e depois colocar em água fervida por 1 minuto. Ou ainda deixá-las de molho em uma solução com 10% de água sanitária por, no máximo, 30 minutos e enxaguar bem antes de secar.

Ao colocar as máscaras é preciso estar com as mãos limpas e removê-las do rosto pelas tiras laterais. Evite tocá-la durante o uso.

As máscaras cirúrgicas do tipo N95 são descartáveis e devem ser trocadas a cada duas horas de uso, segundo a OMS. Máscaras hospitalares devem ser trocadas a cada oito horas de uso.

Descarte correto

Segundo o Akatu, o destino de todas as máscaras, sejam de pano, descartável ou hospitalar, é o mesmo: o lixo comum. Porém, antes de descartá-las, é preciso tomar alguns cuidados:

Para evitar a contaminação de pessoas que manejam os resíduos, coloque as máscaras usadas em uma sacola e identifique que se trata de itens usados. Descarte na lixeira de resíduos orgânicos.

Evite jogar máscaras em lixeiras na rua para impedir que catadores de resíduos sólidos tenham contato com materiais contaminados. Pela mesma razão, não descarte máscaras junto com materiais destinados à reciclagem.

Se estiver está na rua, descarte a máscara no lixo de um banheiro ou deixe para jogar na lixeira comum ao chegar em casa.

O instituto alerta para nunca descartar a máscara na rua para evitar que ela acabe em rios e oceanos ou entupa bueiros. A Sociedade Americana de Química estima que 129 bilhões de máscaras e 65 bilhões de luvas são descartados por mês no mundo.

Ford faz acordo com Procon-SP e promete manter assistência no Brasil

A Fundação Procon de São Paulo e Ford Motor Company Brasil fecharam um acordo em que a empresa se compromete a manter assistência ao consumidor no país, com operações de vendas, serviços, assistência técnica, peças de reposição e garantia para seus clientes.

O acordo, divulgado hoje (9), tem abrangência nacional e vigência durante toda a vida útil dos veículos vendidos pela marca. “O acordo garante a tranquilidade de quem já possui um veículo da montadora ou que venha a adquirir um. Vale destacar que o acordo é válido para todo o Brasil”, destacou o diretor executivo do Procon-SP, Fernando Capez.

A montadora Ford anunciou em janeiro o encerramento de suas atividades produtivas no Brasil e o fechamento das suas duas fábricas: em Camaçari (BA) e Taubaté (SP). A empresa manterá em funcionamento apenas o Centro de Desenvolvimento, na Bahia; o Campo de Provas, em Tatuí (SP); e sua sede regional, em São Paulo.