Vôlei: com covid-19, Luizomar é desfalque do Osasco na Copa Brasil

Sem o comandante Luizomar de Moura orientando a equipe, Osasco São Cristóvão Saúde enfrenta o Curitiba Vôlei a partir das 19h desta terça-feira (2). No ginásio José Liberatti, na região metropolitana de São Paulo, o jogo decidirá a última equipe classificada à semifinal da Copa Brasil feminina de vôlei. O técnico não poderá participar da partida por estar se recuperando do surto de covid-19 que atingiu a equipe há duas semanas. O auxiliar Spencer Lee, também infectado com o coronavírus, não participará do jogo. Dessa forma, o time será dirigido pelo assistente técnico Jefferson Arosti. Em relação ao grupo de jogadoras, a equipe paulista está com todo plantel à disposição.

“É uma partida muito importante e vale vaga na semifinal. O Curitiba Vôlei vem jogando muito bem. A Bruninha (levantadora) tem sido muito regular e está fazendo uma Superliga muito boa. É uma equipe bem ajustada com uma mescla de experiência e juventude. A Milena (ponteira) tem sido um dos destaques com um braço muito rápido. Sabemos da importância de classificar para semifinal. Vamos entrar em quadra concentradas e será importante jogar bem taticamente, além de diminuir o nosso número de erros para buscar essa vaga”, analisou Roberta, levantadora do Osasco.

Osasco vence Flamengo por 3 a 0 na Superliga

Equipe será comandada pelo assistente técnico Jefferson Arosti – Reprodução Twitter/Osaco Voleibol Clube

“Nosso time está voltando depois de se recuperar de casos de COVID-19 e o Osasco passou pelo mesmo. É um jogo de superação para os dois times, mas estamos bem preparadas. Acredito que será uma grande partida, fizemos bons jogos contra elas e esperamos conseguir a vitória nessa partida eliminatória. Estamos unidas, felizes e queremos levar isso para dentro de quadra”, afirmou Bruninha, levantadora do Curitiba.

O vencedor desse confronto enfrentará o Dentil/Praia Clube (MG) na semifinal. O outro finalista da competição sairá do duelo entre o Itambé/Minas (MG) e o Sesi Vôlei Bauru (SP). As semifinais serão realizadas nesta sexta-feira (5) e a decisão, no sábado (6), no Centro de Desenvolvimento de Voleibol, em Saquarema (RJ). O campeão da competição garantirá vaga no Sul-Americano de clubes e na Supercopa em 2021.
A Copa Brasil voltou a ser disputada em 2014, e esta será a oitava edição seguida. Na última edição, o campeão foi o Sesc RJ. O Osasco busca o tetracampeonato.

Ricardo Graça admite incômodo por jejum de vitórias contra o Flamengo

O Vasco perdeu a chance de se descolar da zona do rebaixamento depois do empate em 0 a 0 com o Bahia no último domingo (31/01), em São Januário. Na 14ª posição, com 37 pontos, apenas dois acima do Fortaleza, que abre o Z4, o Cruzmaltino pode terminar a 34ª rodada bem distante do perigo da segunda divisão, ou até mesmo entre os quatro que caem para a Série B.

O próximo adversário é o rival Flamengo. No último encontro entre as equipes, no Maracanã, pelo Campeonato Brasileiro, o torcedor viu um dos melhores jogos da competição, em 2019. O empate em 4 x 4, com gol de Ribamar no último minuto. Na ocasião, o Rubro-Negro já estava em contagem regressiva para comemorar o título nacional, enquanto o Vasco, com 42 pontos, se aproximava de garantir a permanência na Série A.

Em 2021, os dois precisam ainda mais da vitória. O Flamengo tenta alcançar o líder Internacional e o Gigante da Colina fugir do Z4. O Vasco tem um grande desfalque: Leandro Castán, que recebeu cartão vermelho contra o Bahia, está suspenso. Para seu lugar, entra Ricardo Graça, que participou do confronto em 2019.

“Naquele último clássico eu também comecei jogando, o Castán estava suspenso, foi 4 a 4, mas já passou. Já faz dois anos praticamente, porque estamos em 2021. Agora é outro momento, outro time, então a gente tem que deixar o que passou para trás e focar nesse próximo jogo nesta quinta-feira, que vai ser bastante difícil e a gente precisa ganhar”, lembrou.

Além de se distanciar da zona do rebaixamento, o Vasco luta para quebrar um jejum de 16 jogos sem vencer o rival. São nove empates e sete vitórias do Rubro-Negro. Situação que incomoda o zagueiro.

“Os números incomodam bastante, mas eu acho que a gente não tem que levar um peso de vários jogos passados para o de agora. Foi o que eu falei em relação a 2019. Temos que trabalhar, com certeza o professor Vanderlei vai mostrar para gente o que a gente precisa fazer para sair com a vitória. A gente vai trabalhar bastante para que esses números acabem na quinta-feira”.

Apesar de toda rivalidade entre as duas torcidas, Ricardo Graça garante que não há pensamento de atrapalhar o Flamengo na busca do título.

“A gente não tem que transferir a responsabilidade do adversário para nossa. A gente tem a nossa responsabilidade, sabe o que tem que fazer. Jogar um clássico é uma motivação a mais,não tem jeito. Quando você veste a camisa do Vasco e sabe que vai jogar o Clássico dos Milhões, no Maracanã, é diferente. Mas em relação a título, briga contra rebaixamento, esse jogo vale três pontos, como o próximo também vai valer três pontos. Todos os jogos agora são finais para a gente, tanto o do Flamengo quanto o do Goiás, que vai ser nosso último”.

Vasco e Flamengo jogam nesta quinta-feira (04), às 21h, no Maracanã.   

Dólar fecha no menor valor em uma semana após eleições no Congresso

No dia seguinte à escolha dos novos presidentes do Senado e da Câmara dos Deputados, o dólar teve forte queda e fechou no menor valor em uma semana. A bolsa chegou a encostar em 120 mil pontos, mas perdeu o fôlego e encerrou com pequena alta.

O dólar comercial encerrou esta terça-feira (2) vendido a R$ 5,355, com queda de R$ 0,095 (-1,74%). A divisa operou em baixa durante todo o dia, chegando a cair para R$ 5,34 na mínima da sessão, por volta das 14h. A cotação fechou no menor nível desde 26 de janeiro, quando encerrou a R$ 5,327.

No mercado de ações, o dia foi marcado por ganhos. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 118.234 pontos, com alta de 0,61%. Por volta das 11h30, o indicador chegou a 119,8 mil pontos, com 1,95% de valorização, mas não sustentou os ganhos durante a tarde.

A vitória de Arthur Lira (PP-AL) para a presidência da Câmara e de Rodrigo Pacheco (DEM-MG) para comandar o Senado foi bem recebida pelos mercados. Amanhã (3), começam as negociações para destravar a pauta de votações e definir as prioridades do governo, que incluem a votação do Orçamento de 2021 e a continuidade da reforma administrativa.

O ambiente externo também ajudou. A queda de novos casos de covid-19 pela terceira semana consecutiva nos Estados Unidos e a perspectiva de aprovação de um pacote de estímulos de US$ 1,9 trilhão para a economia norte-americana impulsionaram as bolsas em Wall Street. Uma forte injeção de dólares na economia global favorece as moedas de países emergentes, como o Brasil.

*Com informações da Reuters

Produção de petróleo no Brasil cresceu 5,5% em 2020

A produção de petróleo no Brasil cresceu 5,5% em 2020, segundo o Boletim Mensal de Produção de Petróleo e Gás, divulgado hoje (2) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Desde 2016, a alta acumulada chega a 17,1%.

A publicação também informa que a produção de gás natural aumentou 4,1% em relação a 2019, e que, desde 2016, subiu 23,1%.

O boletim divulgado hoje pela ANP traz dados sobre o mês de dezembro e consolida as informações sobre o ano de 2020. A produção média de petróleo no país chegou a 2,94 milhões de barris por dia em 2020, enquanto a de gás natural atingiu 127 milhões de metros cúbicos por dia. Em 2016, o país produzia em média 2,509 milhões de barris de petróleo e 104 milhões de metros cúbicos de gás.

O Rio de Janeiro respondeu por 79,3% da produção nacional de petróleo e 55,8% da de gás natural, os maiores percentuais desde 2016. Naquele ano, 66,9% do petróleo e 43,8% dos gás natural do país saíam do Rio. 

São Paulo tem a segunda maior fatia nos dois casos, com 9,1% para o petróleo e 15% para o gás. Em termos percentuais, a produção paulista perdeu espaço em relação a 2016, quando respondia por 11,2% do petróleo e 15,4% do gás.

Depois de ter assumido a liderança em 2018, a Bacia de Santos ampliou sua vantagem em 2020, quando chegou a 66% da produção de petróleo e 67,3% da produção de gás do país. 

Dezembro

Apesar da alta anual, a produção de petróleo teve queda em dezembro, com uma redução de 1% em relação a novembro e de 12,2% em relação a dezembro de 2019. Já no caso do gás natural houve aumento de 0,5% ante novembro e de 7,8% na comparação com dezembro de 2019. 

Os campos operados pela Petrobras, com ou sem parceiros, responderam por 93,7% da produção brasileira de petróleo e gás natural naquele mês. Quando considerados apenas os campos com participação exclusiva da estatal, o percentual é de 38,3%.

A produção total do pré-sal em dezembro representou 69% da produção nacional de gás natural e petróleo. Em dezembro de 2020, houve aumento de 0,3% na comparação com novembro e de 8,4% em relação a dezembro de 2019.

Ainda segundo dados do último mês do ano passado, a produção brasileira veio principalmente dos campos marítimos, responsáveis por 96,7% dos petróleo e 81,5% do gás natural produzidos no país. 

Apesar disso, se consideradas todas as áreas responsáveis pela produção nacional de petróleo e gás em dezembro, 62 são marítimas e 206, terrestres. Dos 6.489 poços produtivos no país, apenas 499 ficam no mar, e 5.990 são terrestres.

Segundo a ANP, 2,8% da produção brasileira de petróleo em dezembro é considerada óleo leve, 91,3% é de óleo médio e 5,9%, de óleo pesado.

Produção industrial fecha 2020 com queda de 4,5%, diz IBGE

A indústria brasileira fechou 2020 com uma queda de 4,5% em sua produção. O desempenho da indústria no ano passado foi afetado pela pandemia de covid-19. No período de março e abril, quando houve medidas de isolamento social para enfrentar a doença, a indústria recuou 27,1%.

Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Vinte dos 26 ramos industriais pesquisados tiveram queda na produção no ano. Mais de 60% dos 805 produtos pesquisados pelo IBGE tiveram redução.

Entre as atividades industriais, a principal queda veio dos veículos automotores, reboques e carrocerias (-28,1%). Outras contribuições negativas importantes vieram dos ramos de confecção de artigos do vestuário e acessórios (-23,7%), indústrias extrativas (-3,4%), metalurgia (-7,2%), couro, artigos para viagem e calçados (-18,8%), outros equipamentos de transporte (-29,1%) e impressão e reprodução de gravações (-38,0%).

Apenas seis atividades tiveram aumento de produção no ano, com destaque para produtos alimentícios (4,2%).

As quatro grandes categorias econômicas da indústria registraram queda: bens de consumo duráveis (-19,8%), bens de capital, isto é, máquinas e equipamentos usados no setor produtivo (-9,8%), bens de consumo semi e não duráveis (-5,9%) e bens intermediários, isto é, insumos industrializados usados no setor produtivo (-1,1%).

Dezembro

Em dezembro de 2020, no entanto, a indústria brasileira apresentou altas de 0,9% em relação ao mês anterior e de 8,2% na comparação com dezembro de 2019. Na média móvel trimestral, a alta chegou a 1%.

Na comparação com novembro, as influências positivas mais relevantes, vieram das atividades de metalurgia (19,0%), de veículos automotores, reboques e carrocerias (6,5%) e das indústrias extrativas (3,7%).

IPC-S: inflação recua nas sete capitais pesquisadas em janeiro

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) recuou nas sete capitais pesquisadas pela Fundação Getulio Vargas (FGV), em janeiro deste ano, na comparação com o mês anterior. Na média nacional, o IPC-S recuou 0,80 ponto percentual, ao passar de 1,07% para 0,27% no período.

Entre as capitais, as maiores quedas foram observadas em Belo Horizonte (-1,06 ponto percentual, ao passar de 1,22% para 0,16%), Rio de Janeiro (-1,04 ponto percentual, ao passar de 1,17% para 0,13%) e Salvador (-1 ponto percentual, ao passar de 1,03% para 0,03%).

Também com quedas da taxa de inflação acima da média nacional, aparecem Porto Alegre (-0,91 ponto percentual, ao passar de 1,40% para 0,49%) e Recife (-0,98 ponto percentual, ao passar de 1,50% para 0,52%).

As demais capitais apresentaram as seguintes quedas: São Paulo (-0,60 ponto percentual, ao passar de 0,89% para 0,29%) e Brasília (-0,40 ponto percentual, ao passar de 0,52% para 0,12%).

Covid-19: mortes somam mais de 225 mil e casos, 9,2 milhões

O número de pessoas que não resistiram à covid-19 no Brasil subiu para 225.099. Em 24 horas, foram registradas 595 mortes. Há ainda 2.866 óbitos em investigação no país. Já o total de pessoas infectadas pelo coronavírus desde o início da pandemia chegou a 9.229.322. Em 24 horas, foram confirmados pelas autoridades sanitárias 24.591 novos casos. Os dados estão na atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada na noite desta segunda-feira (1º). O balanço é produzido a partir de informações fornecidas pelas secretarias estaduais de saúde. Há, ao todo, 926.256…

Flamengo brilha no primeiro tempo, bate Sport e segue na cola do Inter

O Flamengo segue vivo na briga pelo título da Série A do Campeonato Brasileiro. Nesta segunda-feira (1), o atual campeão superou o Sport por 3 a 0 na Ilha do Retiro, em Recife, pela 33ª rodada da competição. Os cariocas reassumiram a vice-liderança com 61 pontos, quatro pontos atrás do Internacional, primeiro colocado. Já o Leão, estacionado nos 35 pontos, permanece em 16ª lugar, uma posição a frente da zona de rebaixamento, com a mesma pontuação do Fortaleza (17º), ficando à frente pelo número de vitórias (dez a oito). A noite…

Coluna – Paris em jogo

O basquete e o rugby em cadeira de rodas são os únicos esportes paralímpicos em que o Brasil não estará representado nos Jogos de Tóquio (Japão). No basquete, a classificação dependia da campanha nos Jogos Parapan-Americanos de Lima (Peru) em 2019. A seleção masculina, que precisava ficar entre as três primeiras, foi eliminada nas quartas de final pela Colômbia. A feminina, que tinha de chegar à final, caiu uma fase antes para o campeão Canadá – apesar de ficar sem a vaga paralímpica, as brasileiras garantiram a medalha de bronze.…

Áreas indígenas voltarão a ter barreiras sanitárias contra covid-19

O presidente Jair Bolsonaro editou medida provisória (MP) para restabelecer barreiras sanitárias protetivas contra a covid-19 em áreas indígenas. O texto, que foi publicado em edição extra do Diário Oficial da União nesta segunda-feira (1º), autoriza a Fundação Nacional do Índio (Funai) a efetuar o pagamento de diárias a servidores e militares que atuarem nessas barreiras.  Segundo o governo, as barreiras sanitárias protetivas de áreas indígenas têm a finalidade de controlar o trânsito de pessoas e de mercadorias que se dirijam a essas localidades, como forma de evitar a propagação…